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Se Meu Ponto G Falasse

O grande sucesso de público e crítica SE MEU PONTO G FALASSE traça com muito bom-humor e uma pitada de auto-ajuda o perfil de duas amigas do final do século XX.

Sinopse | Ficha Técnica | Críticas | Necessidades Básicas | Fotos

 


Sinopse

SE MEU PONTO G FALASSE traça com muito bom humor e uma pitada de auto-ajuda o perfil de duas amigas do final do século XX. Temas como sexualidade, casamento, separação, conquista profissional, medo, idade, beleza e auto-estima são desencadeados ao longo das quatro fases que permeiam a história dessas duas mulheres aparentemente comuns, mas que, durante o espetáculo, mostram o seu encanto.

Na primeira fase - Cinderela - as personagens idealizam o Príncipe Encantado. A imagem feminina que conduz a narrativa é a santinha, representada por ícones dos anos 50, isto é, a mulher ingênua, delicada e frágil.

Na segunda fase - A Bruxa - a mulher se relaciona com a separação e o desamparo a que se vê submetida. Ela é incapaz de cuidar de si mesma. Uma mulher doente, hipocondríaca, adepta do robe de chambre, bobs e unhas por fazer. É uma mulher que se lamenta e morre de pena de si mesma. A imagem sugerida é das grandes heroínas trágicas das telenovelas brasileiras.

Na terceira fase - A Loba - as personagens reagem em busca de um novo sentido para suas vidas. Saem à noite e emergem como o ícone de Diana, a caçadora.

Na quarta fase - A Profissional - as personagens descobrem seus talentos profissionais e transformam-se em bem sucedidas mulheres de negócios. Poderosas, elas usam sua feminilidade como arma, quando necessário, mas sem perder a ternura jamais.

SE MEU PONTO G FALASSE é um espetáculo para homens e mulheres. Apesar do homem não estar fisicamente em cena, ele aparece como centro deste universo feminino descrito pelos autores. O homem aparece como um contraponto a essa Nova Mulher que nasceu depois de todas as conquistas e até dos traumas do movimento feminista. Uma certa fragilidade e espanto refletem-se no olhar de Bia e Ana.
 

O tempo do espetáculo se revela através do calendário que, página após página, marca sempre o mesmo dia, revelando o eterno cotidiano da mulher submetida a um ritual de repetição. Escravas de um dia que não termina, mas que, interminavelmente, sempre recomeça. Ao longo dessa quarta-feira sempre igual e sempre diferente, Bia e Ana desfilam suas esperanças, suas queixas, seus projetos, sua dor, seus desejos e fantasias sexuais, sua desilusão e sua intensa capacidade de se refazer e se reinventar.

Por que a temática feminina? O interesse no universo feminino se deve ao fato de a mulher ter sido, ao longo do século XX, quem mais se transformou e quem mais promoveu transformações no plano social e cultural. Desde o direito ao voto, passando pela anticoncepção a uma inserção no cotidiano, até então, predominantemente masculino. E também porque mulheres cantam, choram, fingem, amparam, traem, disputam, defendem, nutrem e desprezam. Engordam e emagrecem. O universo feminino foi e sempre será fonte de inspiração de obras artísticas. É mais fácil descobrir a origem do universo do que desvendar a alma feminina. SE MEU PONTO O FALASSE abre o pano, mais uma vez, para dar corpo e voz à mulher.

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Ficha Técnica

Texto
JÚLIO CONTE, HELOÍSA MIGLIAVACCA e PATSY CECATO

Elenco
PATSY CECATO, como BIA
CÍNTIA FERRER, como ANA

Cenografia
SILVIA MOREIRA

Figurinos
RÔ CORTINHAS

Criação de Luz
JÚLIO CONTE e PREGO PEREIRA

Criação de Trilha Sonora
CARINA DONIDA (by RADIOATIVA)

Direção
JÚLIO CONTE

Produção
CÔMICA

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Críticas

"Um humor agridoce que é total e apaixonadamente feminino, livre de clichês e da agressividade do feminismo barato."

Bárbara Heliodora - O Globo/RJ - 28/04/98

“Tudo está muito bem armado para proporcionar ao público uma agradável diversão. E não é só isso, convenhamos. A peça, de suportável leveza, satiriza a mesmice em que a mulher viveu e de que se está libertando.”

Armindo Blanco – O Dia/RJ – 04/04/98

“Possuidoras de um vasto arsenal de recursos expressivos, Patsy Cecato e Heloísa Migliavacca, impressionam sobretudo pelo saudável despudor que exibem. Outro trunfo do espetáculo é a direção de Júlio Conte.”

Leonel Fischer – Tribuna da Imprensa/RJ – 16/04/98

“Se Meu Ponto G Falasse es uma obra para mujeres o para hombres curiosos de la psicología de algunas señoras.”

Isabel Croce – La Prensa/Buenos Aires/Argentina – 07/03/98

“Do ponto de vista da realização é um trabalho atualíssimo e que, por isso mesmo tem lotado absolutamente todas as sessões da Sala Carlos Carvalho, da Casa de Cultura Mário Quintana.”

Antônio Hohlfeld – Jornal do Comércio/RS – 22/05/97

“O texto reúne em quatro tempos – a procura do príncipe encantado, o desencantamento da separação, a reconquista da sexualidade e as transformações depois da desilusão – a experiência de duas mulheres que mostram que nem sempre é muito fácil viver o eterno feminino.”

Macksen Luiz – Jornal do Brasil/RJ – 17/04/98

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Necessidades Básicas

Sonorização

Um CD player, amplificação sonora, caixas de frente de acordo com o tamanho do local e duas caixas para retorno no palco.

Iluminação

24 Par#5
06 Par 32
09 PC
02 Elipsoidal 50°
01 elipsoidal 26°
06 Fresnel
13 Bandor para recorte
gelatinas AZ 63 e 79, Ab 20 e 23, VM 27, Vd 90, Dif 101
Sistema Digital 24/48 canais
 

Montagem

1 hora para montagem de cenário

3 horas para montagem de luz e som e afinação e programação de luz

1 carregador para auxiliar no desembarque do cenário, montagem e desmontagem

Fotos e filmagem

Sempre devem ter a autorização da produção.

Fotos com flash são proibidas.

Fotos para documentar o evento podem ser feitas antes ou depois da peça inclusive com a participação dos organizadores.

É permitido apenas a filmagens de trechos da peça, respeitando a lei de direito autoral.

Rooming-list

3 quartos duplos

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Fotos

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Av. Osvaldo Aranha, 1070/503 - Fone 51 3268.7016 - comica@terra.com.br

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